A dicotomia entre segurança física e segurança digital em infraestruturas críticas tornou-se obsoleta em 2026, diante da realidade operacional onde um ataque físico pode comprometer sistemas digitais e uma violação cibernética pode desativar controles de acesso físico. Com a nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber) e a Política Nacional de Segurança da Informação (PNSI) estabelecendo obrigatoriedade de abordagens integradas para data centers e serviços essenciais, operadores de infraestrutura crítica devem implementar arquiteturas de segurança convergente que tratam as dimensões física e lógica como camadas interdependentes de um único sistema de proteção.
A Interdependência entre Segurança Física e Digital
Historicamente, a segurança física e a segurança digital eram tratadas como domínios separados, gerenciados por equipes distintas com orçamentos e metodologias independentes. No entanto, com a transformação digital e a crescente digitalização dos processos, essas fronteiras tornaram-se cada vez mais tênues. Um ataque físico pode dar acesso a sistemas digitais, e um ataque digital pode comprometer sistemas de segurança física.
Um exemplo prático ilustra essa interdependência: uma empresa onde o controle de acesso físico funciona por meio de catracas digitais conectadas à rede. Se um cibercriminoso invade o sistema, pode liberar acessos não autorizados. Da mesma forma, se alguém fisicamente invade a sala de servidores, pode desligar equipamentos críticos e causar um apagão digital. Não há mais como pensar em segurança de forma separada.
A integração entre segurança física e digital é chamada de segurança convergente. Esse conceito vem ganhando força justamente porque reconhece que, em um ambiente empresarial moderno, os riscos estão interconectados. Data centers representam o caso mais crítico dessa convergência: precisam de proteção física (acesso restrito, monitoramento 24h, sensores de incêndio) e digital (firewalls, criptografia, segmentação de rede). A falha em qualquer um desses aspectos pode comprometer toda a operação.
Regulamentação e Marcos Legais no Brasil Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber)
A nova Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber) foi instituída pelo Decreto 12.573, de 4 de agosto de 2025, representando a segunda estratégia do Brasil na temática, mas com características de terceira geração numa comparação com suas equivalentes de outros países. A E-Ciber direciona esforços no sentido de elevar a segurança e a resiliência cibernéticas nacionais, aproximando-se da realidade dos países mais avançados na temática.
A estratégia estrutura-se em quatro eixos temáticos. O primeiro dedica-se à Educação, Conscientização e Capacitação, aprimorando a formação de profissionais qualificados para as diversas áreas da cibersegurança. O segundo foca na segurança e resiliência de serviços essenciais e infraestruturas críticas, propondo ações que permitem continuar a acelerada transformação digital por que passa o Brasil enquanto se reduz o risco de incidentes. O terceiro eixo dedica-se à cooperação e integração entre órgãos e instituições nacionais e internacionais. Por fim, o último eixo concentra-se em iniciativas para assegurar a soberania nacional e a governança da cibersegurança.
São objetivos da E-Ciber: garantir confidencialidade, integridade, autenticidade e disponibilidade dos hardwares, softwares e dados utilizados para processamento, armazenamento e transmissão eletrônicos ou digitais de informações; promover a soberania nacional, a priorização dos interesses nacionais e a diligência devida no ciberespaço; estimular a adoção de medidas de proteção cibernética e gestão de riscos para prevenir, evitar, mitigar, reduzir e neutralizar vulnerabilidades, ataques e incidentes cibernéticos e seus impactos.
Política Nacional de Segurança da Informação (PNSI)
A PNSI está na sua terceira geração e é instrumento essencial para afiançar que os serviços públicos continuem funcionando com segurança e alto nível de proteção dos dados pessoais dos cidadãos. Os objetivos incluem reestruturar os princípios e objetivos da Política Nacional com foco na gestão de riscos e na construção de uma rede colaborativa e abrangente que orienta como o Governo deve cuidar da segurança da informação, além de incorporar os normativos emitidos pelo Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República como instrumentos oficiais, fortalecendo o alinhamento com as melhores práticas internacionais.
A PNSI, agora em sua terceira versão, estabelece a governança da segurança da informação na administração pública federal. Cada órgão público será obrigado a nomear um Chief Information Security Officer (CISO) e a criar comitês internos dedicados à segurança da informação, além de implementar políticas específicas de proteção de dados e rever suas práticas periodicamente. Está alinhada à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e inclui diretrizes claras para a proteção de informações sigilosas e infraestruturas críticas.
A nova política de segurança da informação exige visibilidade e controle. O Estado está focado em soberania digital, o que pressiona as empresas a adotarem arquiteturas auditáveis, como o modelo Zero Trust, onde a confiança nunca é implícita, independentemente da origem da tecnologia. A exigência de governança corporativa de dados endureceu. Uma abordagem baseada em BIA (Business Impact Analysis) torna-se mandatória. É necessário saber qual processo de negócio não pode parar e direcionar a proteção para ele.
Diretiva NIS2 e Impactos Globais
A Diretiva NIS2 e a Lei de Resiliência Cibernética reclassificam os data centers como infraestrutura crítica. Eles agora se enquadram na categoria de entidades essenciais, sujeitas a requisitos rigorosos de gestão de riscos, relatórios de incidentes e supervisão regulatória. A nova diretiva europeia NIS2 amplia o conceito de infraestrutura crítica e impõe uma abordagem mais rigorosa sobre segurança cibernética, afetando não apenas países da União Europeia, mas também impactando as estratégias de empresas brasileiras que operam em setores essenciais.
A Diretiva NIS2 estabelece um quadro jurídico unificado para promover a cibersegurança em 18 setores críticos em toda a UE, exortando também os Estados-Membros a fortalecerem suas estruturas nacionais de resposta a incidentes. Com a expansão do escopo regulatório, que agora inclui áreas como data centers, energia, saúde, transportes e finanças, cresce a pressão por maturidade cibernética e alinhamento com as exigências internacionais.
Camadas de Segurança Física em Data Centers Controle de Acesso Biométrico e Multifatorial
A proteção de dados e infraestrutura em um data center envolve muitos elementos, combinando tecnologia avançada com práticas de segurança sólidas. Ter data centers disponíveis o tempo todo é muito importante. Uma pesquisa da Vertiv indica que 90 minutos fora do ar custam 505,5 mil dólares às empresas. Então, é essencial ter controle de acesso e vigilância fortes.
Com a proteção de biometria, os profissionais de TI podem obter o controle de acesso físico e lógico. Com a segurança física, um dispositivo biométrico pode ser configurado para abrir uma porta do data center para proteger seus elementos físicos. O dispositivo biométrico aciona o desbloqueio de uma fechadura elétrica e registra todos os eventos realizados, seja liberação ou tentativa de acesso. Esse registro via software de gerenciamento pode ser acessado (Acesso Lógico) através da Web ou de forma local.
Quando se trata de controle de acesso, operadores implementam políticas rigorosas. Acesso autorizado ao data center e aos dados é estritamente regulamentado através de autenticação multifatorial (MFA), garantindo que apenas usuários validados possam acessar as informações. Isso inclui a utilização de biometria, cartões de acesso e senhas. O padrão ANSI/EIA/TIA-942 classifica os data centers em níveis, e os Tiers 3 e 4 são melhores em evitar falhas e continuam funcionando direto. Controlar o acesso e observar bem ajuda a seguir esses padrões, garantindo a segurança e a continuidade das operações.
Monitoramento 24/7 e Vigilância Integrada
Os data centers de alto desempenho precisam de vários equipamentos para manter a segurança. Entre eles, cercas de proteção, paredes de concreto e sistemas de combate a incêndio são essenciais. Com tecnologias de monitoramento, eles formam barreiras seguras contra riscos. As cercas delimitam o espaço e controlam quem entra, ajudando a evitar entradas não permitidas. Já as paredes de concreto protegem lugares importantes de danos e impactos, sendo muito importantes para data centers muito seguros, conhecidos como Tier 4.
Uma forte segurança física através de câmeras, detecção térmica e por radar e controle de acesso é claramente vital, porque um invasor no site poderia causar transtornos incalculáveis. Enquanto um vigilante tem um campo de visão limitado, um sistema de CFTV monitora áreas extensas e de difícil acesso continuamente. A tecnologia preenche as lacunas da vigilância humana.
A implementação de monitoramento 24/7 com CCTV e sensores ambientais em todas as áreas críticas representa critério fundamental. Patrulhas regulares e inspeções sistemáticas por profissionais treinados, combinadas com redundância elétrica, de climatização e de rede para máxima disponibilidade, garantem níveis múltiplos de controle de acesso, incluindo biometria e autenticação multifator. A segurança física é uma prioridade que, ao adotar protocolos firmes, avaliações e testes, mantém os data centers seguros, protegendo os dados dos clientes contra várias ameaças.
Infraestrutura de Proteção Ambiental
Sistemas de piso elevado são necessários para a passagem de cabos, tubulações de ar refrigerado e dutos sob os racks do data center. Além de muitas camadas de segurança cibernética por software, os data centers devem ser protegidos com camadas de sistemas de segurança física. A segurança física é crucial para proteger dados contra vários tipos de riscos, incluindo desastres naturais e problemas elétricos, além de prevenir contra a entrada de pessoas não autorizadas.
No que tange à segurança física, o desafio consiste em rotular o ambiente em que o data center está situado como absolutamente vulnerável, adotando múltiplas camadas de proteção que vão desde o perímetro externo até a sala de servidores. Equipamentos como câmeras, sensores infravermelhos e cercas de proteção são amplamente utilizados para criar defesa em profundidade. Colocation oferece proteção robusta e contínua contra ameaças físicas, incluindo biometria e monitoramento contínuo, reduzindo as chances de problemas físicos, humanos e online.
Arquitetura de Segurança Digital para Infraestruturas Críticas Modelo Zero Trust e Microsegmentação
À medida que os data centers se tornam mais distribuídos, as organizações enfrentam um risco maior devido aos pontos cegos da arquitetura. A proteção desses centros de dados também se torna mais complexa à medida que o número de centros se multiplica. A solução de segurança para data center Zero Trust permite que as organizações implementem o Zero Trust e operacionalizem a transição para novas arquiteturas em seu próprio ritmo, capacitando-as a proteger seus data centers de forma eficaz.
É importante observar que o Zero Trust não é uma tecnologia, produto ou plataforma — é um modelo arquitetônico que pode ser implementado em qualquer organização de qualquer tamanho, local ou setor. Ao contrário dos modelos de segurança tradicionais que pressupõem confiança implícita dentro do perímetro da rede e ceticismo fora dele, o Zero Trust pressupõe zero confiança inerente — tanto interna quanto externamente. Cada carga de trabalho, aplicativo, usuário, dispositivo ou sistema que tenta acessar recursos é rigorosamente autenticada, autorizada e monitorada continuamente.
A Segmentação Zero Trust (ZTS), também chamada de microsegmentação, é um elemento fundamental de qualquer arquitetura de Zero Trust. Em vez de depender de um perímetro monolítico para defender toda a rede, as organizações usam o ZTS para criar pequenos segmentos isolados dentro da rede. Cada segmento possui seus próprios controles de segurança, restringindo a movimentação lateral e contendo possíveis brechas. Essa abordagem granular aprimora a resiliência cibernética geral e ajuda a atender a muitos mandatos globais de conformidade de segurança.
A Arquitetura de serviços distribuídos da Segurança conectada elimina os pontos únicos de falha e supera as limitações de tamanho e formato do chassi. Independentemente do tamanho ou da localização do data center distribuído, é possível gerenciar todos os serviços de segurança em data centers distribuídos como uma única unidade lógica, oferecendo escala quase infinita sem complexidade.
SOC e Monitoramento Contínuo
Ambientes centralizados em infraestrutura própria, aliados a monitoramento contínuo via SOC (Security Operations Center), permitem identificar comportamentos anômalos, acessos indevidos e uso fora do padrão esperado, inclusive de identidades não humanas, como agentes automatizados e APIs — mecanismos esperados em 2026 e que exigem prevenção.
A segurança lógica é igualmente vital para garantir que os invasores não alcancem o site virtualmente. Cada peça de hardware e software, dentro ou fora do escopo das regulamentações, deve ser catalogada, analisada, priorizada e documentada regularmente. Um ataque ou tentativa de invasão pode ser identificado em tempo real, cruzando informações de sistemas digitais e físicos, o que acelera a resposta e reduz impactos.
Empresas que investem em SOC, firewalls, backup, servidores dedicados e colocation, aliados a políticas sólidas de governança, estarão mais preparadas para operar com segurança, previsibilidade e conformidade em um cenário cada vez mais hostil. Dados biométricos, imagens de câmeras e informações de acessos são cada vez mais valiosos. Integrar segurança garante que essas informações sejam protegidas de ponta a ponta.
Criptografia e Proteção de Dados em Trânsito
A Century implementa criptografia avançada para garantir a segurança máxima no data center. A proteção de dados e informações sensíveis é uma prioridade absoluta, assegurando que os dados armazenados e transmitidos estejam protegidos contra acessos não autorizados. Segurança data center refere-se a práticas, políticas e tecnologias para proteger data centers e as informações sensíveis armazenadas neles.
Planejar desde já a adoção de algoritmos de criptografia pós-quântica (quantum-safe) em servidores, bancos de dados e sistemas críticos representa necessidade premente. Infraestruturas robustas, hospedadas em data centers certificados, garantem a base necessária para essa transição sem comprometer a operação. A computação quântica amplia riscos, mas também oferece ferramentas poderosas para defesa quando usadas corretamente.
Certificações e Conformidade ISO 27001 e Família ISO 27000
A Scala Data Centers conquistou as certificações ISO 27701 e ISO 27001 no Brasil. Inédita entre os operadores de data center hyperscaler no país, a ISO 27701 assegura o comprometimento e a qualidade com a segurança da informação aplicada à proteção de dados, em linha com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). As operações já são certificadas com a PCI-DSS 3.2.1 (Segurança da Informação para Transações de Cartão de Crédito), ISAE 3402 SOC 1 Tipo 2 (Governança e Controles Internos dos Processos de Operação Técnica e de Negócio), e TIA-942 Design RATED 3 (Certificação do Design do Projeto do Data Center em Conformidade com os Critérios de Alto Padrão da ANSI/TIA-942).
A HostDime foi a primeira empresa do Brasil a conquistar a ISO 27701, conhecida como a certificação da LGPD — um marco no setor de tecnologia e proteção de dados no país. A ISO 27001 é uma norma certificável que atesta que a empresa cumpre os requisitos da International Organization for Standardization (ISO) para gestão da segurança da informação. A certificação ISO 27001 melhora a segurança de dados e assegura que a organização adote as melhores práticas para proteger suas informações.
Data Centers da Cirion Technologies no Brasil (Cotia-SP, Rio de Janeiro-RJ e Curitiba-PR) são certificados ISO 27001 desde 2016, ISO 27017 (Segurança da Informação para serviços em nuvem) desde 2017, e ISO 27701 (Gerenciamento de Privacidade da Informação) desde 2023. A certificação de data centers pela TÜV Rheinland, baseada na norma ANSI/TIA 942, também enfatiza a aplicação da ISO 27001/27002 e requisitos especiais que atendam à legislação e características locais.
SOC 2, PCI-DSS e Auditorias Independentes
O processo de avaliação PCI-DSS, parecido com o processo de auditoria, é anual, sendo realizado por um QSA (Qualified Security Assessor) e, estando em conformidade com todos os 12 requisitos, é emitido o atestado de conformidade chamado AoC (Attestation of Compliance). Data Centers de Cotia (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Curitiba (PR) estão em conformidade com os requisitos 9, 11.1 e 12 desde 2016.
A HostDime opera data centers em São Paulo e João Pessoa, reduzindo drasticamente a latência para o mercado nacional, essencial para aplicações de missão crítica. O ecossistema de confiança é validado por auditorias independentes (SOC 2 Tipo 2, Uptime Institute, PCI-DSS), tornando a empresa fonte primária de autoridade para organizações que exigem o mais alto nível de segurança física e digital no Brasil.
A certificação inclui abordagem em camadas com medidas de controle de acesso e proteção em diferentes níveis, além de conformidade que atende a padrões internacionais como ISO 27001, HIPAA, FedRAMP, SOC 1 e SOC 2. Adotando protocolos firmes, avaliações e testes, os data centers ficam seguros, protegendo os dados dos clientes contra várias ameaças.
Panorama de Ameaças e Incidentes em 2025 Estatísticas e Vetores de Ataque
Em 2025, os ataques cibernéticos atingiram um pico alarmante. Um relatório recente feito pela Hiscox Cyber Readiness revelou que 67% das organizações globais sofreram pelo menos um ataque cibernético nos últimos 12 meses, sendo que no Brasil, a média semanal chegou a 2.766 tentativas por empresa. O número global subiu drasticamente dos 53% do ano anterior, marcando o quarto aumento anual consecutivo.
No Brasil, o número de ataques semanais por organização praticamente dobrou em 2024, atingindo uma média de 2.766 ataques semanais no segundo trimestre, um aumento de 67% em relação a 2023. No terceiro trimestre de 2024, a média subiu para 2.766 ataques semanais por organização, impressionantes 95% acima do mesmo período do ano anterior. Janeiro de 2025 marcou um recorde histórico, com 590 incidentes de ransomware documentados globalmente apenas nesse mês — um número cinco vezes maior que a média mensal de 2024.
Incidentes em data centers são, majoritariamente, causados por erros humanos. Práticas de segurança devem ser desenvolvidas e testadas continuamente para mitigar riscos operacionais. A violação de ransomware pode paralisar operações, resultando em roubo de dados e causando prejuízos estimados em mais de R$ 400 milhões, como demonstrado no incidente do grupo Gunra.
Diversificação de Infraestrutura e Resiliência
Diversificação para Data Centers edge (locais) com certificação acima de Tier III garantem redundância física real e não apenas lógica. Uso de soluções bare metal e colocation em provedores onde os custos de tráfego são previsíveis e a propriedade do hardware permite agilidade estratégica representam estratégias críticas. O elevado custo e variável de nuvem pública contrasta com o custo previsível e transparente (em alguns casos, sem custo) de infraestrutura dedicada.
Veja dicas práticas para proteger infraestruturas críticas de TI em 2026: proteger contra falhas, desastres e ataques cibernéticos que podem levar à perda de dados. A combinação de políticas claras de acesso, definindo quem pode entrar em determinados ambientes físicos e digitais, com simulações e testes periódicos através de exercícios práticos ajudam a identificar falhas e preparar as equipes para responder a incidentes reais.
Estratégias de Implementação e Boas Práticas
Integrar segurança não precisa ser um processo complexo, mas sim planejado e estruturado. Conectar câmeras, alarmes e controle de acesso em uma única plataforma de monitoramento representa o primeiro passo. As tecnologias mais usadas incluem CFTV inteligente, biometria, sensores, automação IP e softwares de gestão de incidentes. Os benefícios da integração incluem mais eficiência, prevenção de riscos, economia de recursos e decisões baseadas em dados
A segurança física oferece uma resposta humana imediata e adaptativa no local. A segurança eletrônica, por sua vez, detecta a ameaça instantaneamente e aciona protocolos automatizados, direcionando a equipe física com precisão. Com menos reuniões presenciais, esperadas para cair para 25% até 2024, avaliar os riscos é fundamental. As empresas estão adotando colocation, que lhes oferece biometria e monitoramento contínuo, reduzindo as chances de problemas físicos, humanos e online.
A segurança em 2026 depende de infraestrutura, automação, governança e pessoas. IA, deepfakes e computação quântica ampliam riscos, mas também oferecem ferramentas poderosas para defesa quando usadas corretamente. Empresas que investem em SOC, firewalls, backup, servidores dedicados e colocation, aliados a políticas sólidas de governança, estarão mais preparadas para operar com segurança, previsibilidade e conformidade em um cenário cada vez mais hostil.
